3 abril 2018

Você acredita em destino? Pois eu sim! Nada é por acaso, como poderia ser? Pode parecer loucura, eu sei, mas quero te rever. Para poder sentir mais uma vez a sua pele na minha, seus braços protetores em volta de minha cintura. Pensar em você faz minhas entranhas queimarem de desespero por seu toque. Como dói sua partida.

A vida brincou e foi senhora de nosso destino, quando atraiu nosso encontro inesperado e logo depois forçou-nos a despedida. Lembro-me tão bem quando você foi embora relutante. Era meados de novembro, a noite nos abençoava com seu calor e estrelas. Estávamos abraçados, enamorados, como se fôssemos as únicas pessoas que importavam no mundo, e naquele momento realmente éramos. Você era meu e eu era sua. A rua ao nosso redor era movimentada, mas nossas almas eram tranquilas.

Seus braços eram minha calmaria contra aquela agitação. A rua Augusta nunca fora tão bonita, como fora naquela noite. Sentir sua respiração quente e sua voz rouca em volta de mim, era simplesmente meu paraíso pessoal. Ainda consigo sentir e quase tocar em minha memória quando lembro daquela noite estrelada. Meu coração ainda pula de forma desgovernada ao pensar em você. Sua risada é tão vívida em minha memória.

Seu jeito de ver o mundo simplesmente me encantou. Me senti protegida por você. Nossas mãos unidas, inseparáveis, pareciam que se conheciam a vida toda. O ar de familiaridade de nossos olhares entregava qualquer palavra não dita. Não houve estranheza, mas sim entendimento.

Você acredita em destino? Pois eu sim! Nada é por acaso, como poderia ser? Pode parecer loucura, eu sei, mas quero te rever. Para poder sentir mais uma vez a sua pele na minha, seus braços protetores em volta de minha cintura. Pensar em você faz minhas entranhas queimarem de desespero por seu toque. Como dói sua partida.

A vida brincou e foi senhora de nosso destino, quando atraiu nosso encontro inesperado e logo depois forçou-nos a despedida. Lembro-me tão bem quando você foi embora relutante. Era meados de novembro, a noite nos abençoava com seu calor e estrelas. Estávamos abraçados, enamorados, como se fôssemos as únicas pessoas que importavam no mundo, e naquele momento realmente éramos. Você era meu e eu era sua. A rua ao nosso redor era movimentada, mas nossas almas eram tranquilas.

Seus braços eram minha calmaria contra aquela agitação. A rua Augusta nunca fora tão bonita, como fora naquela noite. Sentir sua respiração quente e sua voz rouca em volta de mim, era simplesmente meu paraíso pessoal. Ainda consigo sentir e quase tocar em minha memória quando lembro daquela noite estrelada. Meu coração ainda pula de forma desgovernada ao pensar em você. Sua risada é tão vívida em minha memória.

Seu jeito de ver o mundo simplesmente me encantou. Me senti protegida por você. Nossas mãos unidas, inseparáveis, pareciam que se conheciam a vida toda. O ar de familiaridade de nossos olhares entregava qualquer palavra não dita. Não houve estranheza, mas sim entendimento.

escrito por

Escorpiana, 22 anos, estudante de letras, criadora do Garota Turquesa. Deixou seus medos para trás e foi realizar seu sonho. Para me conhecer melhor me siga nas redes sociais @Gabimodolo26


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