9 julho 2018

As redes sociais não são mais o abrigo dos memes, textões e selfies, agora, elas também dão espaço para a voz de uma nova geração de poetisas que sorrateiramente vem nos tirando o folego com seus versos certeiros.
Que o mundo dá voltas todo mundo sabe, mas em uma dessas voltas, algo fora do comum aconteceu: a poesia caiu no gosto do povo. A ideia de que poesia era uma coisa intelectual demais, destinada apenas à uma minoria que sabia interpreta-las foi por água abaixo! Poesia virou a febre do momento, os livros estão estão em primeiro lugar nas vendas e são a primeira coisa que você vê ao entrar na livraria.

Com versos diretos e simples, mas com a capacidade de nos arrancar o ar, estes escritores tratam de diversos temas como feminismo, relacionamento abusivo, amor e liberdade.
Nós aqui do Garota Turquesa separamos alguns autores que você P R E C I S A dar uma chance, e o único alerta que damos é: CUIDADO! Você pode ficar com uma vontade estranha de querer tatuar cada uma das poesias pelo seu corpo!

1 – RUPI KAUR
Rupi é uma indiana de 24 anos, ela agora mora do Canadá e vem se tornando um fenômeno de vendas graças aos seus livros “Outros Jeitos de Usar a Boca” e “O Que o Sol Faz Com as Flores”. Suas poesias são carregadas de feminismo e abordam temas como violência e perdas.

eu não fui embora porque
eu deixei de te amar
eu fui embora porque quanto mais
eu ficava menos
eu me amava

2 – RYANE LEÃO
Rayane é uma brasileira de Cuiabá, radicada em São Paulo. Ela estudou Letras e começou a divulgar suas poesias no Instagram e em alguns “lambe lambes” que espalhava pela cidade. Seu livro “Tudo Nela Brilha e Queima” foi publicado, e é voltado para o empoderamento feminino.

Sou vendaval
E te convido
dança comigo
Nessa tempestade
Que é ser eu?

3 – ATTICUS POETRY
Não tem muito o que se dizer, e essa é a melhor parte: ninguém sabe quem é Atticus Poetry! Pode ser mulher, homem, uma senhora, um adolescente… Não vamos descobrir tão cedo, e a frase para explicar seu mistério é que Atticus faz isso para sempre se lembrar de escrever o que sente e não o que os outros acham que ele deveria sentir. É um dos poetas que mais tem suas frases tatuadas e normalmente falam sobre o espirito selvagem, amor e corações partidos. Seu livro acabou de ser lançado no brasil, intitulado como “Gosto Dela Livre”.

Her heart was wild.
but I didn’t want to catch it,
I wanted to run with it,
To set mine free.

5 – NIKITA GILL
Nikita Gill é uma inglesa que teve suas obras rejeitadas pelas editoras nada menos do que 137 vezes! Ela não desistiu, agora tem milhares de seguidores, e três livros publicados, infelizmente, nenhum deles ainda foi traduzido para o português “Your Soul Is a River”, “Wild Embers: Poems Of Rebelion, Fire and Beauty” e “Fierce Fairy Tales: & Other Stories to Sit Your Soul”. Alguns dizem que sua poesia lembra as de Rupi Kaur, e deve ser porque ela também enfatiza muito o feminismo em seus versos.

Some days
I am more wolf
than woman
and I am still learning
how to stop apologizing

As redes sociais não são mais o abrigo dos memes, textões e selfies, agora, elas também dão espaço para a voz de uma nova geração de poetisas que sorrateiramente vem nos tirando o folego com seus versos certeiros. Que o mundo dá voltas todo mundo sabe, mas em uma dessas voltas, algo fora do comum […]

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Apenas uma escorpiana de 21 anos tentando se formar em letras, dividindo o tempo entre ir para as festinhas, ler todos os livros e assistir todas as séries possíveis e, entre tudo isso, numa mistura doida, escrever historias que já ouviu, viveu e criou. Para me conhecer melhor me segue nas redes sociais @nannasl



16 maio 2018

Como em uma cena de filme, a rajada de vento faz com que a copa das árvores se agite e as delicadas flores caiam lentamente pelo chão. Após um longo tempo caminhando com os olhos fitando o céu matutino, ela finalmente repara na calçada que está andando e à medida que o sorriso vai se abrindo em seus lábios pintados de vermelho sangue, seus passos vão diminuindo.

A calçada antes tão cinza, agora está coberta de pétalas amarelas e roxas, algo que só a primavera poderia proporcionar.

É assim que Florença sabe que seu aniversário está chegando.

Sua mãe costumava dizer que o chão se cobria de flores para ela, que a mãe natureza a achava tão especial, que todos os anos criava um tapete florido só para homenageá-la. Ela sempre acreditou.

Para Florença este era o grande segredo da primavera, ela fazia com que tudo parecesse possível. E era mesmo. Antes dessa estação, ela resistira ao frio e a falta de cor do inverno. Florença detestava o inverno! Só a lembrava de sentimentos ruins. Mas a primavera não. Ah, a primavera… A adorável estação da transição, onde tudo que estava congelado e sem cor pouco a pouco derretia e se coloria. Era um convite a mudanças, e Florença era uma defensora delas. Suas primaveras a transformaram tanto!

Houve uma primavera em que ela aprendeu a fazer com que sua voz fosse ouvida com seriedade; uma outra em que ela se libertou de toda sua timidez e tingiu os lábios com cores ousadas; outras em que descobriu o amor… Existiram também as primaveras que lhe ensinaram a aceitar e superar toda a perda causada pelo inverno. Florença sempre aceitou os ensinamentos e levou o melhor deles.

Mas pela primeira vez ela estava receosa. O frio estava indo embora e o aconchego do sol chegava de mansinho, as flores brotavam e as borboletas batiam as asas pela primeira vez, mas o coração de Florença se recusava a aceitar as transformações.

Outra rajada de vento soprou a resposta que a menina tanto queria.

O cenário era o mesmo, porém, as entrelinhas diziam outra coisa. Porque diferente dos outros anos, as perdas da estação anterior não tinham parado, elas tinham chego a sua primavera como nunca antes, e não davam indícios de que iriam parar tão cedo. O mundo de Florença tinha desabado e ela não tinha controle algum sobre ele, mas precisava ter.

Era como estar na beira de um lago. Você vê seu reflexo na água turva, você vê o mundo que conhece bem atrás de você, e ele está caindo. Você sabe que precisa pular na água e nadar o mais rápido possível para o outro lado, mas você não se move.

Você fica estancada na beira do lago ruindo porque sabe que se pular na água, quando chegar ao outro lado, vai ter mudado. E isso é assustador.

Ao fim de sua passarela florida, outra constatação atinge a menina em cheio. Em seu momento de epifania, Florença se da conta de que sua vigésima primavera nada tinha a ver com mudanças; era sobre renascer! Ela estava se agarrando a coisas que não mais lhe pertenciam, e o vento outra vez lhe sussurrava que era preciso deixar ir.
Ela nunca poderia florescer novamente com folhas secas e mortas presas a ela.

Florença aceitou que era hora de se arriscar e chegar à outra beira do lago.

Na volta para casa, evitou sua calçada florida e foi por uma nova. Ao passo que o sorriso ia se abrindo em seus lábios pintados de vermelho sangue, suas folhas secas e amareladas iam caindo sobre o chão cinzento, formando agora um tapete de pétalas quebradiças. Não era bonito. Mas o caminho não importava, e sim o fim dele, porque lá, Florença renasceria majestosa, como as flores faziam em sua amada primavera.

Como em uma cena de filme, a rajada de vento faz com que a copa das árvores se agite e as delicadas flores caiam lentamente pelo chão. Após um longo tempo caminhando com os olhos fitando o céu matutino, ela finalmente repara na calçada que está andando e à medida que o sorriso vai se […]

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Apenas uma escorpiana de 21 anos tentando se formar em letras, dividindo o tempo entre ir para as festinhas, ler todos os livros e assistir todas as séries possíveis e, entre tudo isso, numa mistura doida, escrever historias que já ouviu, viveu e criou. Para me conhecer melhor me segue nas redes sociais @nannasl



8 maio 2018

Ela olhava para seu jardim de flores mortas do lado de fora da janela, na minúscula sacada de seu apartamento paulistano. Lá fora era mais um dia de frio, como todos os outros do mês de Julho haviam sido. Ela suspeitava que continuaria assim por um bom tempo, o clima em eterna sincronia com seu humor ultimamente.

Achava que as flores haviam morrido por conta do frio, ou talvez porque nunca mais se dera ao trabalho de retirar as folhinhas secas e podar os galhos mortos. Acreditava com todas suas forças que, assim como em sua vida amorosa, ou devido a morte dela, ela havia abandonado por completo aquele pequeno jardim florido, que antes lhe trazia tanta alegria e paz de espírito, pois nele nada mais via além de um coração partido e um sonho que havia evaporado quase tão rapidamente quanto àquele que havia pisoteado seu coração.

Os narcisos dados pelo amor recém findado murchara em questão de meses, e aquele que ela tanto estimara vivia dizendo que era descuido dela, assim como tudo em sua vida. Ele era assim, ela repetia para si mesma. Ela devia ter sido menos ingênua.

Engolia cada golpe sentido por suas palavras, cada farpa que ela confundia com preocupação e amor, mas não passava de fúteis tentativas de moldá-la a ser alguém que ela não era, e jamais seria. Até o dia em que ele fechara a porta, pouco depois que as flores haviam morrido. Quase como se as flores simbolizassem seu relacionamento: aquela flor que, enquanto significa renascimento, também traz infortúnios para aqueles que as tem consigo. E ela jurava que seria incapaz de respirar novamente quando ele partiu, até perceber que o ar a sua volta nunca fora tão gélido e refrescante, e nele poderia não só engolir rajadas claras de ar fresco como também voar com suas próprias asas.

Retirou do armário suas velhas luvas de jardim e sua pazinha descascada. Abriu as portas para a sua humilde sacada, enfrentando aquelas rajadas de ar frio que já não a assustavam mais. Com golpes precisos e delicados, retirou cada ramo e jogou-os em um saco plástico. Cada flor deixada de lado fazia com que sua alma se tornasse mais leve, sua vida renovada. E havia decidido: ali só plantaria girassóis, pois assim como elas, ninguém tiraria dela seu lugar ao sol.

Ela olhava para seu jardim de flores mortas do lado de fora da janela, na minúscula sacada de seu apartamento paulistano. Lá fora era mais um dia de frio, como todos os outros do mês de Julho haviam sido. Ela suspeitava que continuaria assim por um bom tempo, o clima em eterna sincronia com seu […]

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Geminiana, 25 anos, estudante de Letras e apaixonada por literatura, leva uma vida pseudo-fitness e adora vídeo de animais fofinhos. Dona do canal Portuguese with Ease, adora escrever uma história de suspense nas horas vagas. Para me conhecer melhor siga nas redes sociais @gwydians



20 abril 2018

Quando em nossas vidas chegamos ao ponto de não sabermos o que fazer ou qual é o melhor caminho para seguir, nos perdemos, ficamos confusos e com medo. Em momentos escuros o medo e a raiva são os nossos melhores amigos, mas não deviam ser.

Ele chegou nesse ponto aos 22 anos. Muitos dizem que era muito jovem para tais sentimentos e angústias, mas ninguém viveu o que ele viveu. Então, não importa o que os outros vão pensar, ou dizer, pois todos já passaram por momentos como esse, mas são hipócritas o suficiente para negar. Bom, minha querida Maria Alice, você deve estar se perguntando o porquê de sua velha tia estar falando essas coisas, para muitos tudo isso são besteiras, mas deixo para você tirar essa conclusão.

Sabe, Maria, a vida é uma loucura, mas ainda não decidi se é a vida ou são pessoas, ou a soma desses dois fatores. Tem algo mais, ela dá voltas e às vezes ela volta para nos cobrar ou nos lembrar de algo que está dentro de nós. Os chamados fantasmas do passado. As pessoas, em sua maioria, e eu me incluo nesse grupo, têm medo desses fantasmas. Por isso, Maria Alice, nunca faça algo que se arrependa mais tarde, sempre siga o seu coração, por mais clichê que esse conselho pareça, para que você não sofra desse mal.
Bom, estava te dizendo que quando você chegar em um momento crucial da sua vida e não souber qual é o caminho a se tomar, pois nós seres humanos somos impacientes e queremos tudo para já, peço que tenha paciência, esperança e fé. Não digo fé no sentido de crer em um Deus, mas fé no sentido de crer em você. Foi o que disse para ele quando tinha apenas 22 anos, mas essa carta não é para o seu querido Tio Fran, e sim para você, minha querida flor. Digo para você a mesma coisa que disse para Fran, que a vida merece ser vivida, independentemente das coisas ruins que nos abatem todos os dias.

Maria, lhe recomendo que viva a vida, mas não seja telespectadora como muitos fazem. Não corra com a vida, pois ela já corre sozinha. Viva a sua vida seguindo a sua consciência, livre de opiniões alheias, mesmo que essas opiniões sejam das pessoas que mais amamos. Aprendi nesses meus 46 anos que nessa vida tudo passa, das coisas mais felizes as mais tristes, então, minha querida, isso que você está passando vai passar. Não sei ao certo quanto tempo vai levar, mas confia que vai passar e depois que todo sentimento se for, você tirará uma conclusão das coisas que viveu, valeu ou não a pena. Só você poderá tirar essa conclusão. Se o resultado for negativo, espero que não fique com raiva de si mesma e entenda tudo que sentiu, para que tais acontecimentos não se repitam.

Espero que depois que tudo passar, você viva a sua viva sob as suas regras e condutas. Seja feliz, para que quando dias sombrios chegarem, você se lembre que a vida merece ser vivida, pois ela é única e permite recomeçar quantas vezes quisermos, e não faz julgamentos. A vida Maria, é o nosso melhor presente. Felizmente ou infelizmente, só temos uma.

Quando em nossas vidas chegamos ao ponto de não sabermos o que fazer ou qual é o melhor caminho para seguir, nos perdemos, ficamos confusos e com medo. Em momentos escuros o medo e a raiva são os nossos melhores amigos, mas não deviam ser. Ele chegou nesse ponto aos 22 anos. Muitos dizem que […]

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Escorpiana, 22 anos, estudante de letras, criadora do Garota Turquesa. Deixou seus medos para trás e foi realizar seu sonho. Para me conhecer melhor me siga nas redes sociais @Gabimodolo26



13 abril 2018

Com o meu coração apertado, sentia uma angústia incessante entre o estômago e os intestinos. A cada lembrança doía mais. Parecia que tudo ia explodir a qualquer segundo. A lembrança daquela noite fazia com me sentisse única, especial. Fazia-me pensar que todos os Deuses o tinham enviado somente para mim. Era tão surreal e extraordinariamente excitante, mas a lembrança doía e martelava incansavelmente dia a após dia. Aquela noite foi mais que especial, foi singular. Pensar em você no início era engraçado e inesperado, pois nunca imaginaria que justo você, o menino mais improvável, iria pegar meu coração para si.

Meus pensamentos voltavam sempre para aquela mesma noite, repetitivamente, trilhando e examinando cada palavra dita e as que foram ditas somente pelo olhar. Meu coração acelera a cada memória. Como gostaria de poder voltar, pedir para permanecer e dizer em voz alta “Fica mais cinco minutos”, mas esse momento se perdeu. Adoraria poder colocar a culpa na vida, mas seria hipocrisia. Não foi a vida fomos nós. Faltou-nos coragem para verbalizar os sentimentos, vontades e desejos. Simplesmente ficamos quietos, mas nossos corações e corpos não, pois estes, ao contrário de nossa boca, falaram sua própria linguagem. A palavra nos faltou, e nos perdemos devido a sua ausência.

O tempo estava a nosso favor, pois o mundo tinha parado para nós. Para eu ser mulher e você homem. Fomos devotos um ao outro. Criamos um mundo paralelo naquela cama. Sendo eu, você e nosso tempo juntos, os habitantes. Nossa cumplicidade se entrelaçou junto aos lençóis bagunçados. Não tive medo ou vergonha de te dizer meus segredos, de te mostrar meu corpo e meu rosto sem enfeites. Quis ser sua. Decorei seu corpo e cada parte dele em minha memória. Cada pinta sua formava uma constelação em minha mente. Nossos cabelos desgrenhados nos davam um ar de familiaridade. Naquela noite eu fui sua e você foi meu, e a vida fez sentido pela primeira vez depois de um longo tempo.
Quis nunca levantar daquela cama e partir. Quando decidia ir, você me abraçava e me impedia, pedindo-me para ficar ao seu lado. Meu coração assentiu em satisfação a cada palavra sua, pois tudo parecia certo. A cada sorriso compartilhado, sentia vontade de nunca sair daquele quarto escuro. Gostaria de ter tido coragem para dizer meus verdadeiros sentimentos, mas não fui capaz. Simplesmente me calei.

Porém, o mundo lá fora nos chamou e pediu para que voltássemos. Despertamos e levantamos, deixando para trás as confidências, os abraços aconchegantes, a paixão. A cumplicidade se perdeu e virou indiferença. Tudo passou tão rápido, as horas se tornaram segundos ao seu lado, e o que permaneceu comigo foram somente lembranças, seu cheiro, sua risada, suas brincadeiras, e seus olhos semicerrados, de um verdadeiro amante. Meu coração se aperta cada vez mais, e ele me pede por você a cada dia, mas nego, pois, quando deixamos o nosso mundo secreto nossas realidades voltaram. A intimidade foi a primeira a ir embora.

Sempre que lembro daquela noite, quero voltar. Quero correr ao seu encontro, e te abraçar, pois você tem o abraço do tipo casa. Meu corpo pede e minha alma também, porém meu orgulho me impede, pois, a partir do momento em que aquela noite chegou ao fim, algo em você também mudou. Com os meus próprios olhos, vi nascer em você a indiferença. A confiança que sentia sumiu, e a rejeição surgiu. Tudo mudou com um piscar de olhos, e foi assim que te perdi, para os teus medos. Agora, nessa noite, só consigo pensar no contorno de seus lábios e de sua barba roçando em meu corpo, porém, essa memória não passa de uma lembrança. Uma lembrança saudosa. Uma lembrança com gosto de nostalgia.

Com o meu coração apertado, sentia uma angústia incessante entre o estômago e os intestinos. A cada lembrança doía mais. Parecia que tudo ia explodir a qualquer segundo. A lembrança daquela noite fazia com me sentisse única, especial. Fazia-me pensar que todos os Deuses o tinham enviado somente para mim. Era tão surreal e extraordinariamente […]

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Escorpiana, 22 anos, estudante de letras, criadora do Garota Turquesa. Deixou seus medos para trás e foi realizar seu sonho. Para me conhecer melhor me siga nas redes sociais @Gabimodolo26





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